Famous Last Words

“If Death is afoot I want to be a hand.”

Huck

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Killing Time #1

The phrase killing time is primarily an idiomatic expression, meaning “spending time in an inconsequential manner.”

Isto não é um post sobre psicopatas ou serial killers, isto é um post fruto daqueles momentos em que não temos nada a fazer a não ser “matar o tempo”. Revelo-lhes então um pouco do que faço quando não tenho nada de melhor para fazer no trabalho (se os meus chefes estiverem a ler, saibam que isto foi escrito em casa fora do meu expediente… não liguem as horas… é um bug qualquer.)

Boing Boing
http://www.boingboing.net/
Grandessíssimo conhecidissimo blog da pinta que trata um pouco de tudo. Há um rol espantoso de escritores, fala-se um pouco de tudo, da política à tecnologia, de comida  à social scene. Boa leitura para quem quer estar em contacto com o que se passa por este mundo fora.

– Cracked
http://www.cracked.com/
A Cracked começou (em 1958 ) por ser uma revista de humor, na onda do Mad Magazine e teve uma longa e duradoura vida (até 2007). Mas antes de matar a revista, os escritores decidiram reconverter a publicação em uma pagina de internet. Se querem rir como perdidos nada melhor do que consultar as fantasticas listas da Cracked. Aconselho por exemplo a “The 9 Most Devastating Insults of All Time” ou ainda ” The 10 Most Improbable Celebrity Fistfights“. Rir e chorar por mais é verdade quando se lê a Cracked.

– Nitrome
http://www.nitrome.com/
Companhia independente do UK,  que produz jogos web todos em Pixel Art. Há uma vasta panóplia de jogos por escolher e naqueles momentos mais chatos (e quando o boss não está on the lookout) não há nada melhor que se deixar levar em mundos pixelados com objectivos simples e claros. A+ indeed!
Aconselho o famoso “Mutiny” baseado no grande jogo Worms e também o “Ice breaker” em que temos que libertar nossos amigos vikings do gelo recortando-o com o mouse.
Há jogos de todo o tipo, corrida, plataforma, puzzles. É só escolher, amigo.

E pronto. Tenho a certeza que terei a possibilidade de falar sobre outros dos links que estão ali de lado um dia destes. Agora é vossa vez de os descobrir! Ide!…

Huck

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Man in the Mirror…

“The single debuted on the Billboard Hot 100 at #48 on February 6, 1988wikipedia

Já o Jackson dizia:

“I’m Gonna Make A Change,
For Once In My Life
It’s Gonna Feel Real Good,
Gonna Make A Difference
Gonna Make It Right . . .

Feeling groovy, good and after looking at those Slap Slap posts, I’m feeling kinda horny too, but no one can make it better than the black & white boy…
“I’m starting with the Man int the Mirror…”

Menezes

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Slap Slap #5

Porque há bêbadas e bêbadas. E esta é  a melhor…

Karen Walker
Viva a medicação sem receita, viva o alcool antes da hora do almoço, viva a Karen Walker.

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Vida

“Que possas viver todos os dias da tua vida.”

Quando uma pessoa falece e ouve-se dizer que ela viveu um X de anos, estamos a ser, de certa forma enganados. Ok, é uma verdade num sentido biológico. Mas quantos destes anos foram mesmo vividos? O simples facto de estar a passar pelas 24 horas acordado e com o corpo a cumprir as funções básicas não é sinónimo de viver uma vida.

Há pouco mais de dois anos, quando o meu irmão saiu de casa ao casar-se, dei-me conta que por muitos anos que tenhamos passado a dormir no mesmo quarto, a jogar consola juntos, a discutir e a andar à bulha, muito ficou por viver. Sim, porque nas discussões, nos pequenos ciúmes (existem sempre entre irmãos), nos dias em que o rancor e a mágoa fazem com que ignoremos um ao outro por completo, nestes momentos, não vivemos a vida.

Desde Novembro, tenho visto e falado mais vezes com o meu irmão do que nos cerca de dois anos que se seguiram ao casamento dele. Para mim é uma oportunidade de viver. Viver e recuperar algum do tempo que nunca poderemos recuperar. Poder, aos (quase) 30 anos, passar tanto tempo na parvoíce, na conversa, nas risadas e nas preocupações com o mano de sempre foi uma das melhores coisas que tive nos últimos anos.

O PensadorNão sei se é a ideia de que estou à beira dos 30 anos que me faz pensar assim, mas a verdade é que também desejo fazer o mesmo com outras pessoas que me são próximas. Quero ser o padrinho que o Pedro Ferreira merece, quero ser o filho que os meus pais merecem, quero ser o namorado que a Raquel merece, ser o servo que Ele merece… Claro que não é agora que tive esta iluminação, mas entendo hoje que se puder hoje passar por cima de uma briga, uma discussão, de uma chatice, de uma fronha mal-disposta, estarei a VIVER a minha vida.

Já são quase 10950 dias de existência pelo que o todo nunca será uma possibilidade. Mas quando chegar a hora, espero poder respirar fundo e dizer: “Eu vivi a minha vida.”

Tenham um bom dia!

Dario

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Heart aches and Juniper Berries Spirit

Pérfido melaço é o amor de uma mulher.  Uma vida inteira resumida a isto, uma tartine de dor barrada com melaço negro e tirânico… mas pelos menos o chá é quente.

Huck andou durante uns meses na marinha mercante, ele trabalhava num tugboat no canal da mancha. Foram tempos cinzentos e frios e cheios de espaço para pensar e amadurecer.
Triste fado este de andar apaixonado, andar em permanência com um sorriso nos lábios através campos de cacos de vidro e pequenas coisas pontiagudas que fazem dódóis chatos. Huck gabava-se de nunca ter sido gajo que perdia tempo com matters of the heart. Todos sabiam no entanto que tal afirmação era tão falaciosa como o Elvis ter morrido ou seja uma grande mentira.
Eram noites inteiras passadas na casa de banho da pequena embarcação a tentar combater os avanços dos cabelos, que de tanta preocupação romântica, se tornavam brancos. Pintou todas noites daqueles meses o seu cabelo com o negrume de uma tinta que fizesse efeito, nem que temporariamente. Dias passados a olhar para o horizonte, já confuso sem saber se estava virado para Dover ou para Le Havre. Perdidamente apaixonado então.
Mas a dor do amor segundo o Huck, que se considera um sábio das montanhas nestes assuntos mais nebulosamente  metafisico, não deve ser exposta como bigode farfalhudo que levamos sempre a nossa frente, mas sim de forma dissimulada e envergonhada como uma tatuagem marota que fizemos num qualquer canto do corpo e que só é vista por quem a “criou”.

“Sofrer sim, publicamente não.” – Confiou ele um dia ao Tenente Rothschild que lhe respondeu num sotaque tão inglês que era capaz de apostar que o Lord Byron falava assim…
“Strange thing, women. They’ll suck the dear life right out of you but still you’ll go back for more.”
E tragaram mais Gin, e puxaram mais barcos.

Huck

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Chose promise, chose due.

Importante será reparar na tshirt que diligentemente envergo, alright?

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Huck

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