Slap Slap #7

Revelada em 1994 num filme do Luc Besson, um dos poucos atractivos do Star Wars Episode I: The Phantom Menace. Um olhar simplesmente fabuloso!

Natalie Portman

Viva “Léon”, Viva Padmé, Viva a Natalie Portman!

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Slap Slap #6

“Ai ai! Ela até teve um cameo no The Pick of Destiny!! Argh!”

Viva as Princesas, viva as Freiras, viva a Amy Adams.

Huck

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Os novos ícones.

Há que mostrar o respeitinho devido a estes senhores. Arrisco-me a dizer que este pessoal vai ser responsável por belas e altissonantes gargalhadas nas próximas décadas.

Obrigado à Vanity Fair pela fantastica coleção de fotografias da sua latest edition.

Huck

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“La Javanais-ando”

“J’avoue j’en ai bavé pas vous, mon amour
Avant d’avoir eu vent de vous, mon amour”

De Gainsbourg para Gréco isto sempre me fez sentido, caraças da porra.
Agora só falta chegar a parte feliz, mas para isso é preciso mudar de canção, certo?

Huck

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Pequenas Relíquias #1

Ao longo das nossas vidas o nosso grupo foi amontoando uma colecção de objectos que ganham com o passar dos anos umas propriedades sobrenaturais… pelo menos na minha mente.

Decidi fazer um post sobre este assunto porque lembrei-me de um objecto específico que pertenceu (ou ainda pertence, não sei) ao Pedrito Menezes, o nosso declamador mor da sabedoria popular.

Estávamos nós então a atravessar a Grande Tribulação, o final dos anos 90. Nossas faces cobriam-se esporadicamente em acne, ainda não sabíamos o que queriamos ser quando fossemos grandes.  O mundo era fustigado com varas verdes, no rabinho, por flagelos como as Spice Girls , aqueles desgraçados que cantavam “Barbie Girl” ou ainda o Windows Millenium. Mas eis que Menezes, no seu finíssimo pulso esquerdo, envergava um relógio que tinha poderes inimaginavelmente fantásticos! Era como uma Magic Eight Ball, só que em formato de pulso e que até diz as horas e os dias e tal. Um objecto que ao ver-se indagado por uma série de perguntas, que confesso variavam em importancia, humor e educação, nos respondia algo como “Sim”, “Não” ou “Se calhar”.
Uau, right?!..
Sobre ele eram arremessadas perguntas como: devemos virar a esquerda ou a direita? Devo eu convidar ou não aquela miúda à noite de gala? Serei feliz para sempre ou não? E ele sempre, SEMPRE respondia.
Naquele par de anos andamos descansados, nós não tinhamos de decidir nada, o Relógio Mágico decidiria por nós.
Hoje sinto falta da sua magia negra casual e influencia em irresponsabilidade, pois sabe bem não ter que tomar decisões quando surge a hora. Mas como homensinhos que somos vamos continuar, adiante, sem a bengala que foi ter esta relíquia ao nosso dispor.

ps: Menezes, relembra-nos as várias respostas do Relogio Mágico, please.

Huck

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Killing Time #2

“…no Boss, I’m just conquering the world from my work place… pretty neat hã?”

Desktop Tower Defense, still makes me go berserk with the kind of strategy it demands from a guy who’s trying to get some work done… on the breaks…

Is it a gay game Huck? You should be the expert…

Menezes

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Jeff Buckley faz-me acreditar…

“Twenty-nine pearls in your kiss. A singing smile.
Coffee smell and lilac skin. Your flame in me…”

Quando descobri o Buckley aí por volta dos meus 18 anos, fui transportado de forma algo violenta para este mundo pelo qual ele vagueava morosamente com suas high pitched lamentações e suas musicas do amor que dói. Confesso, até aqui este post soa gay que se farta.

Cependant, caros amigos, este finado Buckley chegou-se a mim esta manhã com o seu “Everybody Here Wants You” e pá, confesso, fez-me acreditar.

Isto continuou a soar muita gay, né?

Huck

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